Aos de esquerda, ideias. Aos equerdistas o lamento dos derrotados. Pobre Folha.

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Os termos “de esquerda” ou “de direita”, surgiram durante a Revolução Francesa em 1789, e com o Império de Napoleão Bonaparte, ficou mais evidente quando os membros da Assembleia Nacional se dividiam em partidários do rei à direita do presidente e simpatizantes da revolução à sua esquerda.

Certamente não imaginaram eles, que este posicionamento de contraposição serviria de ideologia política até os dias de hoje, e muito menos que esta divisão causaria rupturas sociais como o nós e eles.

Fato é que enquanto posicionamento, vale a tese de que ideias de um lado ou outro, sempre é bem vista para o debate publico, principalmente se for estabelecido em alto nível de posições apenas, e não de discussões infundadas onde quase sempre termina sem conclusão alguma.

Hoje fica claro o posicionamento dos partidos políticos de esquerda, que não discutem as ideias, mas discutem sim as regras do jogo, as formas de combater quem está legitimamente no poder, e com isto acabam por esvaziar seus ideais baseados em doutrinas politicas, para se apegarem em temas ideológicos que nada contribuem com a ordem politica. São fundamentos vagos, sem estrutura social para concretiza-las, e principalmente baseadas em vitimização dos escolhidos.

Negam a realidade de pequenos progressos já conquistados pelos atuais governantes, para priorizar o quanto pior melhor, fechando portanto os olhos para o que de fato ocorre no Brasil.

Neste quase ritual à procura de motivos, os esquerdistas usam de toda a espécie de desgraça alheia, para lançar campanhas, para criar infâmias e enaltecer a ira contra o atual Presidente Jair Bolsonaro, como se desta forma pudesse provar por A ou mais B, que suas ideologias, e não doutrina politica, representam o anseio da sociedade brasileira.

O povo em geral aprendeu muito com os próprios erros em suas escolhas politicas, e hoje parece estar muito mais preparado para defender suas ideias, seus sonhos, pelos menos aqueles que não dependem da classe politica, e com isto certamente está  aprimorando suas escolhas, muito embora grande parte da população ainda prefere seguir a cartilha do boi, aquele que não tem pensamento próprio e prefere seguir os fazedores de opinião, geralmente a classe artística muitas vezes associada com a esquerda mais radical.

Ao sugerirem as diversas formas de morte ao nosso presidente, como publicado no Caderno Painel da Folha de São Paulo, a classe artística se desnuda, e mostra abertamente o porque sempre foram comparados a anarquistas, ou então em uma mistura entre Deus e o Diabo, já que nesta forma de opinar politicamente, ultrapassam todo o bom senso que deveria sair de cabeças que se auto proclamam idealizadores culturais.

Triste momento, triste fim dos grandes pensadores, que mesmo à esquerda do Rei conseguiam propor grandes ideias e temas para o debate publico. Hoje, o alto nível de discussão, se resumiu apenas em ideologia da vitimização, e a quebra de valores sociais.

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