Há de chegar o dia, em que os isentos do chamado “Centrão”, terão que opinar!

Depois de deixar a cadeia em Curitiba, dizendo que saía da prisão mais à esquerda, do que havia entrado, sem saber o ex presidente e presidiário Lula, não se ateve ao fato de que ali estava reagrupando possíveis desertores de Jair Bolsonaro que por um motivo ou outro não estavam satisfeito com o sucesso do governo até então de seu “capitão”.

Bastou sua primeira aparição pública entre seus fieis seguidores, para que o corrupto petista tentasse colocar fogo no sistema politico brasileiro, ao dizer que “nos brasileiros, temos que seguir o exemplo do Chile”.

Ali foi fincada a lança, justamente no marco zero do extremismo lulopetista, e ao se declarar, Lula deixou claro para qualquer um que ainda possuía duvidas, que não haverá possibilidade alguma, de um agrupamento esquerdista em torno do nome de outro, que não seja o seu mesmo.

Neste caso fica evidente que figuras como Marina Silva, e principalmente Ciro Gomes, terão que trabalhar e muito,  para desconstruir a falsa imagem que será vendida daqui por diante, de um novo Brasil comandado pelo PT.

Do outro lado lidera de forma soberana, a figura do Mito Jair Bolsonaro, que vê com muito bons olhos este embate que parece lhe trazer a confiança, que na duvida do povo brasileiro, o alto índice de rejeição de Lula da Silva fará a balança pender a seu favor. Prova disto, foi a chuva de ovos que o Carniça recebeu ontem lá na Bahia, onde meia dúzia de coitados o aclamavam.

Enquanto isto os isentões do centro acreditam que tirando os 30% de Jair Bolsonaro, mais os 30% de Lula, sobram ainda 40% para que eles possam trabalhar uma candidatura de consenso, focada aí nas figuras de João Doria, Luciano Hulk, e João Amoêdo. Esquecem-se porém que a margem de 20% tem sido habitat natural nos votos brancos e nulos, e ainda assim, neste caso, não se vislumbra figura alguma do chamado centrão, com carisma suficiente para derrotar os dois extremos.

Com o fortalecimento da polarização entre esquerdistas e membros da direita, as forças de centro tendem a ser “engolidas, e faz diferentes lideranças de centro, pensar que o quadro de polarização é, ao mesmo tempo, um desafio e uma oportunidade para as forças políticas que se posicionam distantes dos dois extremos.

Só se consegue ser alternativa de poder no país quem tem um projeto e um líder. E o centro não tem nem uma coisa e nem outra, dizem alguns deles.

Diante deste cenário, basta os integrantes do chamado centrão, decidirem se vão tentar destruir a imagem do presidente Jair Bolsonaro como já fazem atualmente, ou se vão partir para desconstruir todas as tentativas de mobilização do líder petista.

Parece claro que o alvo certamente continuará sendo a do Jair Bolsonaro, já que do outro lado, bem ou mal, mesmo perdendo as eleições de 2022, os parlamentares centristas ainda terão a oportunidade de se lambuzar com as oferendas milionárias do “homem mais honesto do undo”.

É como se costuma dizer: perdem-se os anéis, mas não perdem os dedos, a menos que seja para se transformar em sindicalista!

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