Chega ao fim o Consorcio de Imprensa. “Um ano e meio de pânico na população”!

O consórcio de imprensa composto pelos veículos militantes da esquerda brasileira, G1, O Globo, Extra, Estadão, Folha e UOL, criado em junho de 2020, no início da pandemia de Covid-19, sob o pretexto de que o governo do Presidente Jair Bolsonaro não teria adotado medidas transparentes de dados da doença, chegou ao fim neste sábado dia 28 de janeiro de 2023. Foram 18 meses de informações contraditórias e tendenciosas, já que a finalidade real do “tal consorcio”, nada mais foi  que demonizar o governo de Jair Messias Bolsonaro.

Números contraditórios, muitas vezes distorcidos da realidade de outras plataformas de informação sobre a pandemia, o “consorcio” militante nada mais fez, que causar ansiedade e medo nas pessoas mais vulneráveis, que acreditaram fielmente em números muitas vezes muito diferentes de outras fontes cientificas espalhadas pelo mundo.

A justificativa para se criar o “consorcio de imprensa”, foi o a de que o governo de Jair Bolsonaro adotou “iniciativas contra a transparência” das informações, como por exemplo, mudar o horário da divulgação dos números. Claro que isto foi muito grave, já que com esta medida o Jornal Nacional não poderia informar os números do dia em tempo real, principalmente números verdadeiros, e por isto era melhor manipular informações com a criação do tal consorcio.

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), no entanto, disse na época da alteração que a medida era justamente para que o número fosse divulgado de uma forma mais acurada. Na ocasião, o presidente Jair Bolsonaro, chegou até a alfinetar a TV Globo ao dizer não era necessário “correr para atender” a emissora.

– Não interessa de quem partiu a ordem para modificar o horário, pois é justo saírem os números às 22h, pois é o dado completamente consolidado,  justificou Jair Bolsonaro na época da mudança na divulgação das informações.

A decisão de encerrar o consórcio, de acordo com os veículos de comunicação, teria sido motivada pelo fato de que “nos últimos meses, os dados dos governos estaduais, e federal têm se mostrado confiáveis”, e que eles “apontam para uma situação que os epidemiologistas consideram sob controle” da pandemia de Covid-19. Pois é; vamos rezar para que a militância não se engane desta vez.

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