08/11/2022
Consequência sobre acusações feitas ao presidente Jair Bolsonaro pelo ex-presidente da Petrobrás Roberto Castelo Branco.

Não é de hoje que o nosso presidente vem enfrentando uma batalha diária com a Petrobrás, que resolveu formar uma espécie de cartel nos preços do petróleo, mesmo quando o produto é 100% nacional. Sabemos que o Brasil é autossuficiente em Petróleo, mas não somos capazes de refinar todo o petróleo que produzimos, e por isto mesmo exportamos óleo, e importamos combustíveis e derivados, e esta é a causa pelo qual ainda estamos atrelados ao mercado internacional. Mesmo assim o petróleo que produzimos e consumimos poderia ter um preço diferenciado daquele a qual importamos, e esta é a briga do nosso presidente. Insistentemente o presidente vem trocando os presidentes da Petrobras, até que algum deles consiga apresentar uma solução alternativa para esta situação.

Por conta disto, a primeira troca aconteceu 19 de fevereiro de 2021, quando o presidente demitiu Roberto Castelo Branco da presidência da Petrobras.

Porém sem mais e nem menos, o ex-presidente Roberto Castello Branco sugeriu no dia 26 de junho deste ano, que pode ter elementos desestabilizadores contra Jair Bolsonaro. Em conversa em grupo de economistas, ele disse que no seu celular corporativo, usado enquanto comandava a estatal, havia mensagens que “poderiam incriminar o presidente”. Porém, ele acrescentou que devolveu o aparelho “intacto”. A informação foi publicada pelo Site Metrópoles.

Roberto Castelo Branco não entrou em detalhes sobre eventuais crimes cometidos por Bolsonaro que poderiam estar na memória do celular.

O ex-presidente da estatal conversava então, com Rubem Novaes, ex-presidente do Banco do Brasil. O tema era a subida do preço dos combustíveis e Rubem Novaes disse que Castello Branco atacava o governo federal.

“Se eu quisesse atacar o Bolsonaro não foi, e não é por falta de oportunidade. Toda vez que ele produz uma crise, com perdas de bilhões de dólares para seus acionistas, sou insistentemente convidado pela mídia para dar minha opinião. Não aceito 90% (dos convites) e quando falo, procuro evitar ataques”, porque se quisesse dizer o que sei iria complicar para o presidente, escreveu Castello Branco, primeiro presidente da Petrobras sob Bolsonaro.

*Muito bem; para toda e qualquer ação, normalmente tem uma reação, e ela veio ontem com a informação de que o Procurador Geral da Republica Augusto Aras já entrou com um pedido no Supremo Tribunal, para que seja ouvido tanto o ex-presidente da Petrobrás Roberto Castelo Branco, como também o ex-presidente do Banco do Brasil, Rubem Novaes, sobre as declarações da existência de mensagens que poderiam incriminar Jair Bolsonaro.

Claro que este inquérito está correndo porque na surdina, o senador Randolfe Rodrigues interpelou ao Supremo Tribunal Federal para que investigasse a denuncia, e o STF enviou o caso para a PGR.

Agora Augusto Aras quer que os dois denunciantes especifiquem o seu teor das conversas, que poderiam incriminar o Presidente da República, além das datas, circunstâncias, e em que contextos as mensagens foram encaminhadas, ou recebidas, além de explicarem também, por qual motivo não foram apresentadas às autoridades competentes, quando da primeira oportunidade possível.

Parece mesmo que o ex-presidente da Petrobrás Roberto Castelo Branco quis criar uma espécie de chantagem para continuar no cargo, e caiu do cavalo.

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