O PT quer denunciar Bolsonaro por genocídio, mas seu passado o condena!

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Reportagem sobre as ações do PT querendo envolver o presidente Jair Bolsonaro como responsavel por desnutrição do povo Yanomami, sendo que o passado condena o PT!

(FILES) Handout file photo taken on May 27, 2021 released by the Brazilian Presidency showing Brazilian President Jair Bolsonaro (C) watching an indigenous celebration of the inauguration of a bridge in Sao Gabriel da Cachoeira, Manaus state, Brazil, on May 27, 2021. rcos CORREA / RESTRICTED TO EDITORIAL USE – MANDATORY CREDIT AFP PHOTO / BRAZILIAN PRESIDENCY / MARCOS CORREA – NO MARKETING NO ADVERTISING CAMPAIGNS -DISTRIBUTED AS A SERVICE TO CLIENTS

Em uma de suas declarações populistas, Lula acusou ontem, o presidente Jair Bolsonaro de ‘genocídio’ contra o povo Yanomami do Brasil.

Segundo a jornalista Sanya Mansoor da Revista Time no dia 23 de janeiro, Lula culpou o ex-presidente por habilitar milhares de garimpeiros em um território nacionalmente protegido onde a mineração é proibida. Como a mineração ilegal floresceu durante o mandato de Bolsonaro, uma crise humanitária surgiu no território que eles chamam de lar, que é aproximadamente do tamanho do Maine. Os garimpeiros foram acusados ​​de envenenar rios com mercúrio e destruir florestas; os Yanomami dependem de ambos como fonte de alimento. Ativistas também acusaram os mineiros de ameaças de morte e violência sexual.

“Mais do que uma crise humanitária, o que vi em Roraima foi um genocídio. Um crime premeditado contra os Yanomami, cometido por um governo alheio ao sofrimento do povo brasileiro”, tuitou Lula no domingo, um dia depois de visitar uma clínica para pacientes Yanomami em Boa Vista. Ele acusou o governo anterior de descaso e negligência por encorajar a “invasão de 20.000 garimpeiros ilegais”.

Cerca de 30.000 pessoas Yanonami vivem no território indígena do Brasil que abrange o Brasil e a Venezuela. Eles mantêm um modo de vida baseado na pesca, caça e coleta de frutas

OPINIÃO:

Em uma matéria da BBC News de 4 de maio de 2022, a equipe de jornalismo visitou a área Yanomami, que tem o tamanho de Portugal, e abriga cerca de 28 mil membros dos povos Yanomamis e Ye’kwana, espalhados por 331 aldeias.

O território ocupa porções do Amazonas e de Roraima e se estende por boa parte da fronteira do Brasil com a Venezuela. Rica em depósitos de ouro, a área é alvo de garimpeiros há décadas. Em outra visita ao território em 2018 para a gravação de um documentário, a BBC atestou como o ouro circula livremente pela região.

Parte das gravações ocorreu numa base do Exército dentro da terra indígena, o 5º Pelotão Especial de Fronteira. Numa aldeia ao lado da base militar, era possível comprar mercadorias com ouro, pesado numa balança sobre o balcão de uma loja.

Além do desmatamento, o garimpo de ouro está associado à contaminação por mercúrio, usado pelos garimpeiros para aglutinar o metal. A substância está associada a problemas motores e neurológicos, perda de visão e danos em fetos.

Em 2016, um estudo do Instituto Socioambiental (ISA) em parceria com a Fiocruz e a Fundação Getúlio Vargas (FGV) revelou índices preocupantes de contaminação por mercúrio em aldeias Yanomami próximas a garimpos em Roraima. A denúncia de que uma menina indígena teria morrido após ser estuprada e de que outra teria desaparecido em um episódio envolvendo garimpeiros dentro da Terra Indígena Yanomami jogou luz sobre o impacto da mineração ilegal no território.

Garimpeiros atuam na região desde ao menos os anos 1980. A atividade viveu um declínio com a demarcação da terra indígena, em 1992, mas voltou a crescer nos últimos anos.

*Tudo isto para mostrar que o que a Revista Time trás na reportagem, não começou no governo do Presidente Jair Bolsonaro, e sim na década de 80 do século passado como mostra a reportagem da BBC News, e provavelmente muito antes quando os próprios irmãos Villas Boas já faziam denuncias a respeito.

Pois Bem; continuando com a reportagem da Revista Time, Lula também disse a repórteres durante sua visita, que eliminará a mineração ilegal no Brasil, mas não deu mais detalhes sobre políticas ou programas para atingir a meta.

*Claro que não deu, pois não existe plano algum para que isto venha a acontecer.

O ministro da Justiça e Segurança Pública do Brasil, Flávio Dino, disse na semana passada que a polícia federal investigaria a possibilidade de genocídio e outros crimes contra o povo Yanomami.

*Vamos lembrar que o termo “genocídio” não existia antes de 1944; ele foi criado como um conceito “específico” para designar crimes que têm como “objetivo” a intenção de se eliminar a existência física de grupos nacionais, étnicos, raciais, e ou religiosos. Em contraste, “direitos humanos”, tais como definidos pela Declaração dos Direitos do Cidadão nos Estados Unidos, ou pela Declaração Universal dos Direitos Humanos das Nações Unidas de 1948, dizem respeito a direitos “individuais” apenas.

Portanto não cabe querer condenar um governante por meras suposições, sendo que não houve caracterização de crime algum, já que o aumento do garimpo, se é que houve, no governo de Jair Bolsonaro, foi endossado pela Câmara dos Deputados, conforme o projeto de lei 191/20 regulamenta a exploração de recursos minerais, hídricos e orgânicos em reservas indígenas. A iniciativa do governo federal vai ao encontro de declarações do presidente Jair Bolsonaro, que desde a posse defende o aproveitamento econômico de territórios indígenas.

“Em Roraima, tem R$ 3 trilhões embaixo da terra. E o índio tem o direito de explorar isso de forma racional, obviamente. O índio não pode continuar sendo pobre em cima de terra rica”, disse Bolsonaro, em abril de 2019, ao encontrar representantes das etnias Parecis (Mato Grosso), Macuxi (Roraima), Xucuru (Pernambuco) e Yanomamis (Amazonas/Roraima), que reivindicam o direito de explorar as reservas tradicionais.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

De volta à matéria da Revista Time, a diretora do centro de estudos brasileiros da UCLA Susanna Hecht, chegou a declarar que: “Você pode ter uma política genocida que tenha o efeito de destruir uma população sem necessariamente… colocá-los… em uma câmara de gás”, criticando as ações do presidente Jair Bolsonaro. Jair Bolsonaro argumentou que a população indígena está atrapalhando o desenvolvimento brasileiro disse ela, e que eles “não são realmente” brasileiros, sim porque grande parte deles são venezuelanos, acrescenta ela. “Portanto, essa criação de alteridade basicamente cria a estrutura discursiva que permite a brutalidade absoluta em relação a essas populações.”

*Muito bem; querem falar de genocídio? Vamos lá: A entrada dos garimpeiros no território de Roraima ganhou impulso em 1986, quando o governo federal ampliou uma pista de pouso na área, na fronteira do Brasil com a Venezuela.

A obra facilitou o ingresso dos invasores, que no fim da década chegavam a 40 mil e construíram mais de uma centena de outras pistas. Segundo o relatório da Comissão Nacional da Verdade, “comunidades inteiras desapareceram em decorrência das epidemias, dos conflitos com garimpeiros, ou assoladas pela fome”.

“Os garimpeiros aliciaram indígenas, que largaram seus modos de vida e passaram a viver nos garimpos. A prostituição e o sequestro de crianças agravaram a situação de desagregação social”, diz o documento, divulgado em 2015.

Em 1993, as tensões no território provocaram um massacre. Em vingança pela morte de quatro indígenas, os Yanomami tiraram a vida de dois garimpeiros, que reagiram atacando uma aldeia. Doze indígenas foram assassinados, entre os quais idosos e crianças.

O episódio ficou conhecido como Massacre de Haximu e gerou a primeira condenação da história do Brasil pelo crime de genocídio no Brasil.

Para terminar, vamos lembrar que o Site da Casa Civil do governo de Jair Bolsonaro, mostra que o Governo Federal, por meio da Fundação Nacional do Índio (Funai), promoveu a articulação intersetorial e interinstitucional, por meio de políticas, programas e ações de promoção e de proteção dos direitos sociais,  no esforço de minimizar os impactos da Covid-19. Promoveu a Saúde indígena: atuação junto à Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai), na articulação interinstitucional, supervisionando e acompanhando a rede de saúde; monitoramento das ações e serviços de atenção à saúde indígena, enquanto a oferta e execução dos trabalhos são de responsabilidade do Ministério da Saúde, por meio da Sesai; e distribuição de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) para os servidores que atuam em atividades essenciais e também cestas de alimentos, máscaras e materiais de higiene e limpeza para as comunidades indígenas.

Além disto, o governo de Jair Bolsonaro atingiu a marca de 500 mil cestas básicas entregues a indígenas no País durante a pandemia do novo coronavírus, por meio da Fundação Nacional do Índio (Funai). Além de garantir a segurança alimentar das famílias em situação de vulnerabilidade social, a iniciativa contribui para que os indígenas permaneçam nas aldeias e evitem o risco de contágio pela Covid-19.

Segundo a Funai, para atingir esses objetivos, foram desenvolvidas ações de infraestrutura comunitária, proteção social e monitoramento da saúde indígena para as comunidades, de acordo com as especificidades de cada povo.

*Tudo isto meus amigos, para dizer que o novo caso “extermínio dos Yanomamis”, é mais uma das numerosas retóricas da esquerda para servir de pano de fundo de um governo que começou de  pé esquerdo, o que tem tudo a ver é claro, mas que está totalmente descontrolado em suas decisões estapafúrdias nestes 25 dias de comando petista.

FONTES:

https://time.com/6249369/lula-accuses-bolsonaro-genocide-yanomami/

https://www.bbc.com/portuguese/brasil-61328546

https://www.camara.leg.br/noticias/634893-projeto-do-governo-viabiliza-exploracao-de-minerios-em-terras-indigenas/

https://www.gov.br/casacivil/pt-br/assuntos/noticias/2021/fevereiro/entregues-500-mil-cestas-de-alimentos-a-indigenas-durante-a-pandemia-de-covid-19

https://www.gov.br/casacivil/pt-br/assuntos/noticias/2021/marco/governo-federal-promove-acesso-de-indigenas-a-direitos-sociais-durante-a-pandemia

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