Caminho pronto para tornar o “Mito”, inelegível!

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Todo o sistema preparado para apagar a imagem do presidente jair messias Bolsonaro. Será que o povo esquece?

Parece mesmo que passados 20 dias do novo e velho governo, a principal tarefa do plano de governo, e fazer desaparecer a existência do presidente Jair Messias Bolsonaro.

Não bastava desfazer, ou desmontar, diversos decretos e obras do excepcional governo de direita, o novo mandatário tem como objetivo principal agora, tentar apagar da memória dos brasileiros, a figura mais popular da política brasileira, que se tornou referência de honestidade e qualidade de administração publica. Primeiro o novo mandatário do Brasil, derrubou vários decreto do presidente Jair Bolsonaro, mandou interromper qualquer projeto de privatização de estatais que estavam a caminho, interrompeu o funcionamento da transposição do Rio São Francisco que já vinha matando a sede dos nordestinos, e tantas outras obras que já traziam benefícios para a população do Brasil.

Agora para fazer valer sua intenção de afastar toda e qualquer possibilidade da volta do presidente Jair Bolsonaro, as Executivas Nacionais do Partido dos Trabalhadores (PT), Partido Verde (PV) e Partido Comunista do Brasil (PCdoB) que formam a criação da Federação Brasil da esperança, entraram com um pedido ao TSE, para a abertura de uma investigação judicial eleitoral contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, e seu candidato a vice-presidência da República, general Braga Netto, para apurar os 2 políticos “por suposta prática de abuso de poder político” nas eleições de 2022.

“O pedido é para que ambos se tornem inelegíveis”.

Obviamente que o pedido foi acatado pelo ministro Benedito Gonçalves, corregedor-geral da Justiça Eleitoral, aquele mesmo que recebeu carinhosamente “um tapinha” na cara do atual mandatário. A coligação questiona a utilização das dependências do Palácio do Planalto e do Palácio da Alvorada como suposto “palco de encontro” com governadores, deputados federais e celebridades para “trazer publicidade” aos apoios da campanha de Bolsonaro no período eleitoral, “desvirtuando a finalidade daqueles bens”.

OPNIÃO:

Aos que não conhecem da história a metade, temos que lembrarmos aquelas famosas reuniões dentro do Palácio do Planalto, de agentes militantes da esquerda como o MST, por exemplo, que até bandeira estendiam dentro do Palácio no governo de Dilma Rousseff, sem serem importunados.

Fato é que o corregedor Benedito Gonçalves aceitou a tese de que “Em todas as ocasiões citadas pela coligação de partidos socialistas, foram concedidas entrevistas coletivas, nas quais os políticos e artistas declararam apoio à reeleição de Jair Messias Bolsonaro, o que afasta a ideia de que as reuniões tenham sido realizadas para tratar de assuntos privativos do cargo de Presidente da República”, ressalta a ação.

O corregedor-geral explica que essas atitudes poderiam ir contra o artigo 73 da lei n° 9.504/97, que “veda que bens móveis ou imóveis pertencentes à administração direta ou indireta da União” sejam usados “em benefício de candidato”.

OPINIÃO:

Se estas atitudes poderiam ou não irem contra o artigo 73 da lei 9.504/97, fato é que a própria lei já estava ganhando mofo, por nunca ter sido utilizada antes, mesmo quando em diversas ocasiões os governos do PT deram motivos para reações como esta de agora, da coligação Federação Brasil da Esperança, que certamente tem como nome, algo que jamais será proposto para a população brasileira.

A nossa esperança de verdade, é que consigamos sobreviver e sairmos ilesos a tudo que vem sendo proposto, em apenas 20 dias de desgoverno. E a imprensa se finge de morta.

FONTE:

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