Um risco eminente!

Tudo o que está por vir, ainda pode ser evitado!

É muito importante que saibamos, o que é Grancismo.

Esta é uma tese criada pelo filósofo comunista marxista Antônio Gramsci, que influencia diretamente a nossa política e cultura, não só no Brasil como em toda a América latina e Europa.

A tese fala que para implementar o comunismo em uma sociedade, o melhor caminho é ir alterando a cultura e os valores éticos e morais do seu povo, pois uma sociedade culturalmente e moralmente fraca é muito mais fácil de aceitar revoluções.

Foi sabendo disso que Antônio Gramsci postulou o conceito de hegemonia cultural que trata do domínio ideológico de uma classe sobre a outra trazendo o enfraquecimento do capitalismo, culminando em uma revolução e ditadura comunista.

Mas para muitos, ainda persiste aquela duvida: de que forma isto impacta em nossas vidas?

Todas as inversões de valores existentes hoje no Brasil, implantada pela esquerda é completamente baseada no Grancismo, um plano de poder dos comunistas, que vem sendo adotados em vários países da América do Sul como Brasil Venezuela Cuba Bolívia Nicarágua em muitos outros.

Aqui no Brasil se tornou mais forte no governo de Fernando Henrique Cardoso quando permitiu a criação do fórum de São Paulo proposto por Lula e Fidel Castro.

O golpe comunista vem sendo aplicado na sociedade em etapas, e tudo começa com um governo populista quem planta o assistencialismo, criando bolsas e planos familiares com o objetivo de controlar a classe pobre, e garantir votos de cabresto nas próximas eleições.

Ainda nesta etapa os governantes promovem o inchaço da máquina governamental, com o aumento de cargos públicos para fidelizar em torno de 4 votos por grupo familiar.

Manipulam os meios de comunicação para que todos recebem dinheiro do governo, ficando assegurada a publicidade oficial com notícias distorcidas para manipular a população. Demonizam as Forças Armadas, e o regime militar taxando-o  de ditadura, criando uma imagem de inimigo inexistente.

A corrupção é algo comum no círculo de amigos do governo,  que estão protegidos pela impunidade. A delinquência, e a falta de segurança, são outros fatores que ajudam a prejudicar todos os que são contra o sistema. São criadas leis que prejudicam a ação policial e beneficiam os infratores.

Os mesmos que incentivam a separação entre a sociedade promovem ocupações de terras públicas e privadas e se beneficiam depois cobrando aluguel dos pobres que começam a residir nos espaços.

O nível Educacional da população passa a ser muito baixo, para que o povo se mantenha na ignorância sobre o controle do governo.

Ainda na educação, os governantes criam novas universidades, que promovem ensinamentos distorcidos a grupos que sustentam ideologicamente o sistema comunista. Há também um aumento abusivo dos impostos que oneram os

Trabalhadores, dizendo que esse valor é para redistribuição da riqueza sendo que na verdade servem para manter os luxos do povo que está no governo.

A mídia passa a perseguir os empresários nacionais, havendo quebra de muitas empresas, e a estatização de outras, e assim a classe média não consegue se organizar com a oposição. Na segunda etapa a destruição da classe média, com a divulgação de que ela é culpada pela pobreza dos outros, e pela discriminação.

Os governantes promovem também, várias modificações na Constituição, criando leis como a lei da mordaça a lei do aborto,  da censura, da legalização das drogas, e com isto a impunidade aumenta. Para completar, vem a criação de partidos, sendo um dominante e outros de falsa oposição. Já na terceira etapa, há a tomada do poder.

Os grupos de choques estarão presentes em atos  do governo, coibindo as manifestações da oposição, e fim da liberdade de expressão.

Ainda há tempo, pois todo este domínio cultural marxista que está presente no Brasil, precisa acabar, pois essa doutrina ideologicamente perversa, pode sim transformar o Brasil em uma Venezuela, e não está longe, muito pelo contrario.

O ultimo passo seria o de derrubar o governante que ousou interromper esta ação orquestrada desde a chegada de Fernando Henrique Cardozo ao poder, pois este que agora preside o Brasil, certamente não fazia parte dos planos comunistas já em andamento em toda a América Latina.

SALVE AS DIFERENÇAS!

A grande arte é conviver em sociedade!

Fala-se muito sobre as diferenças, e tudo se resume na intolerância, como se ela também nunca houvera acontecido. Desde que o mundo é mundo a discórdia faz parte de nossas vidas, e Abel e Caim foi o primeiro grande fato destas diferenças que culminou em um crime. Havia porém, algo que se fazia diferente antigamente, que era o respeito ao pensamento alheio, pois o que era mais importante entre o certo e errado, era o aceitar que todos tinham direito a uma opinião.

A vida andou e o homem começou a perceber que o aceitar é muito sem graça, pois foge às características naturais ao debate, o que sugere provar por A ou mais B, que tal opinião tem que prevalecer sobre outra. Mas e se não for a minha, como fica?

O que mudou na realidade, não foi o reconhecer no outro, a verdade, mas sim o não querer sair perdedor, mesmo depois de convencido do contrário.

Talvez isto explique um pouco (no meu entender é claro) a compreender melhor o porque da tendência do homem, em se colocar como vítima todas as vezes que se sente contrariado, e isto se tornou então uma febre nítida dos perdedores.

Este é o nosso tempo, e que por mais claro que fique, não justifica a reação criminosa de pessoas que encontram no revanchismo, uma forma definitiva de fincar sua verdade, sem chances ao contraditório dos que se ferem. Isto sem contar ao extremo de um ataque terrorista por exemplo.

É assim que se estabelece uma sociedade claramente dividida entre nós e eles, entre ricos e pobres, homos e heteros, e até mesmo os conservadores dos liberais. Não somos mais uma mesma classe de pessoas que convivem em harmonia na sociedade, mas sim pessoas perseguindo o contraditório para pautar suas teorias.

Se este é o caminho que o homem realmente encontrou de firmar suas verdades, que aceitemos então as nossas verdades como derrotas, para assim pacificar ao próximo, e talvez consigamos com isto, enxergar nos olhos das pessoas o ego dos vitoriosos, mesmo que sem sentido.

Se minha vitória depende de sentir prazer na derrota alheia, quero ser eternamente um derrotado, mesmo com as verdades que só interessam a mim.

Paulo Alves

Aos de esquerda, ideias. Aos equerdistas o lamento dos derrotados. Pobre Folha.

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Os termos “de esquerda” ou “de direita”, surgiram durante a Revolução Francesa em 1789, e com o Império de Napoleão Bonaparte, ficou mais evidente quando os membros da Assembleia Nacional se dividiam em partidários do rei à direita do presidente e simpatizantes da revolução à sua esquerda.

Certamente não imaginaram eles, que este posicionamento de contraposição serviria de ideologia política até os dias de hoje, e muito menos que esta divisão causaria rupturas sociais como o nós e eles.

Fato é que enquanto posicionamento, vale a tese de que ideias de um lado ou outro, sempre é bem vista para o debate publico, principalmente se for estabelecido em alto nível de posições apenas, e não de discussões infundadas onde quase sempre termina sem conclusão alguma.

Hoje fica claro o posicionamento dos partidos políticos de esquerda, que não discutem as ideias, mas discutem sim as regras do jogo, as formas de combater quem está legitimamente no poder, e com isto acabam por esvaziar seus ideais baseados em doutrinas politicas, para se apegarem em temas ideológicos que nada contribuem com a ordem politica. São fundamentos vagos, sem estrutura social para concretiza-las, e principalmente baseadas em vitimização dos escolhidos.

Negam a realidade de pequenos progressos já conquistados pelos atuais governantes, para priorizar o quanto pior melhor, fechando portanto os olhos para o que de fato ocorre no Brasil.

Neste quase ritual à procura de motivos, os esquerdistas usam de toda a espécie de desgraça alheia, para lançar campanhas, para criar infâmias e enaltecer a ira contra o atual Presidente Jair Bolsonaro, como se desta forma pudesse provar por A ou mais B, que suas ideologias, e não doutrina politica, representam o anseio da sociedade brasileira.

O povo em geral aprendeu muito com os próprios erros em suas escolhas politicas, e hoje parece estar muito mais preparado para defender suas ideias, seus sonhos, pelos menos aqueles que não dependem da classe politica, e com isto certamente está  aprimorando suas escolhas, muito embora grande parte da população ainda prefere seguir a cartilha do boi, aquele que não tem pensamento próprio e prefere seguir os fazedores de opinião, geralmente a classe artística muitas vezes associada com a esquerda mais radical.

Ao sugerirem as diversas formas de morte ao nosso presidente, como publicado no Caderno Painel da Folha de São Paulo, a classe artística se desnuda, e mostra abertamente o porque sempre foram comparados a anarquistas, ou então em uma mistura entre Deus e o Diabo, já que nesta forma de opinar politicamente, ultrapassam todo o bom senso que deveria sair de cabeças que se auto proclamam idealizadores culturais.

Triste momento, triste fim dos grandes pensadores, que mesmo à esquerda do Rei conseguiam propor grandes ideias e temas para o debate publico. Hoje, o alto nível de discussão, se resumiu apenas em ideologia da vitimização, e a quebra de valores sociais.

ATÉ QUE PONTO PODEMOS ACREDITAR NA EXISTÊNCIA DA Justiça

Justiça vem do Latim e significa “iustitia”, e para nós representa a igualdade de direitos, e todos já devem ter ouvido a frase “todos são iguais perante a lei”, porém; onde? No Brasil? Creio que não. Na verdade eu penso que a Justiça não existe, e acho até que Justiça é uma Utopia para nós…